sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Irmão de Miley Cyrus não gosta dos Jonas Brothers


O irmão de Miley Cyrus, Trace, não gosta dos Jonas Brothers. O cantor e guitarrista do grupo rock Metro Station diz que podia perfeitamente ter seguido o caminho dos Jonas Brothers, mas não quis.
- Não estou a tentar limpar a minha imagem para fazer quem quer que seja feliz. Podia ter seguido o caminho dos Jonas Brothers. Esses tipos não podem viver livremente a sua vida. Têm de usar uma imagem que é completamente falsa, defendeu.
Trace Cyrus, de 20 anos, não se importa com o que os Jonas Brothers possam pensar destas palavras. - Acho que não teria muitos problemas com eles. Nunca tocaria com um dedo no Nick [que foi ex-namorado da irmã]. Eu adoro aquele miúdo. Mas os outros dois, é bom que não se metam no meu caminho.

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Polícia tem provas contra médico de Michael Jackson


A policia de Los Angeles acredita que o médico de Michael Jackson, Conrad Murray, terá provocado a morte do cantor ao administrar-lhe um forte anestésico.

A notícia é avançada pela "CNN", que cita fontes do inquérito. As autoridades policiais acreditam que Conrad Murray terá administrado ao "Rei do Pop" um forte anestésico, horas antes de falecer.A polícia encontrou Propofol na casa de Michael Jackson, que morreu no dia 25 de Junho, aos 50 anos.Este medicamento é considerado muito forte e apenas utilizado em meio hospitalar. Ainda de acordo com a estação de televisão norte-americana, o resultado da autópsia será conhecido esta semana.O advogado de Conrad Muray já tinha confirmado na passada semana as buscas ao consultório do médico, no Texas.

Eterno Amor entre Eu e Tu


Juntos estaremos
Quando à nossa porta
O tempo bater, intransigente.
Estaremos um no outro
Alicerçados
Quando nos cair noite infinita,
E juntos dormiremos...
Sim, seremos puros ainda
E entrelaçados morreremos.
Dançaremos nas estrelas,
Nus como anjos,
Cantando à morte e à felicidade.
E na escuridão do paraíso
Nos amaremos,
Assombrando a eternidade...

sábado, 22 de agosto de 2009

Britney Spears revela o que faria no lugar de Obama


A cantora pop «não fecharia a prisão de Guantanamo nem daria assistência médica a todos os norte-americanos». A sua primeira medida, entre dez propostas, seria dar «tortas de graça para todos», avança o UOL.
Outras ideias passam por transformar a Sala Oval num Casino de Las Vegas, obrigar a NASA a construir uma discoteca na lua até ao final de década, expulsar Osama bin Laden do seu esconderijo («com o perfume Circus Fantasy») e só fazer invasões de territórios em praias com muito sol.
A artista, que se tornou célebre com o tema «Hit me baby one more time», disse ainda que seria a primeira presidente a usar sombra nos olhos desde Richard Nixon (que era conhecido pelo abuso de maquilhagem, para dissimular as gotas de suor no rosto sempre que aparecia na televisão).

Aquele Agosto em que o rei morreu


Há 32 anos, já fora da ribalta, Elvis Presley partiu para o seu descanso mais longo. A meio de Agosto, o 'rei do rock' morria em Graceland, a sua mansão em Memphis. Uma onda de lamentos, similar ao que recentemente aconteceu com Michael Jackson, percorreu o mundo. Portugal foi excepção



O rei morreu", anunciam os jornais. Foi um símbolo musical, marcou a sua época e agora, quando já se encontrava longe das luzes da ribalta, faleceu inesperadamente em sua casa. Nos tempos que antecederam a morte encontrava-se numa fase de decadência musical e era criticado por opções estéticas. De quem estamos a falar? Sem as fotos que acompanham estas páginas, a maioria das pessoas estaria a pensar num nome: Michael Jackson.Porém, as descrições são retiradas da morte de um outro rei, o do rock'n'roll: Elvis Presley.
A 16 de Agosto de 1977, Elvis sucumbia na sua mansão Graceland, em Memphis, alegadamente devido a um problema cardíaco. Ainda hoje há quem duvide da veracidade da sua morte, que foi confirmada logo de seguida pelo hospital local. Uma onda de lamentos nunca antes vista percorreu os Estados Unidos e estendeu-se até a grande parte do mundo ocidental. As linhas telefónicas da cidade onde Elvis vivia ficaram entupidas, as floristas esgotaram o stock e os fãs foram-se concentrando às centenas à porta de sua casa.
"O que aconteceu na altura com o Elvis foi muito similar ao que aconteceu com agora com o Michael Jackson", garante o cantor e compositor Tozé Brito. Portugal foi, no entanto, uma excepção. Mesmo os músicos, como explica Tozé Brito, quase ignoraram o sucedido vendo Elvis apenas "como alguém que tinha sido famoso nos anos 50" e não como uma referência. Apesar de hoje ser uma lenda, "o Elvis na altura tinha sido completamente ultrapassado pela música dos Beatles, os Stones, os Beach Boys e o Simon Garfunkel". Estas sim as verdadeiras referências para os músicos portugueses que como Tozé Brito iniciavam a carreira na década de 70.
Por outro lado, como lembra o compositor português, "ninguém percebia o que se estava a passar com ele antes da morte, também ela estranha". Os contornos que envolvem a sua morte, variam conforme os autores das biografias, porém há factos comuns. Consta, que na noite anterior à sua morte, Elvis foi ao dentista às 23.00, tendo depois regressado a casa. De seguida, terá jogado ténis e tocado piano até ás cinco da madrugada, hora em que foi dormir. Ao acordar terá ido à casa de banho, de onde só saiu já sem vida. As circunstâncias são, no mínimo, estranhas.
Elvis está morto?
Para alguns fãs e amantes da conspiração, a morte de Elvis há 32 anos não passou de um embuste. A expressão "Elvis is not dead"(Elvis não está morto) foi vulgarizada e são vários os filmes de ficção científica em que, perante a presença de extraterrestes, há humanos a apelar: "Devolvam-nos o Elvis". Este último apelo remete para a teoria de que Elvis foi raptado por seres de outro planeta.
Da lenda vieram outros mitos como o facto de Elvis ter fugido por ter sido ameaçado de morte pela máfia ou ter sido visto no dia seguinte à sua morte na Argentina, onde tinha uma mansão. Existem até sociedades, as Elvis Sighting Societies, composta por crentes que se dedicam a recolher "provas" de que o rei do rock'n'roll está vivo.
Porém, a versão oficial - atestada pelo certificado de óbito - coloca esta teoria num nível conspirativo similar aos seguidores do movimento Paul is dead, que acreditam que Paul McCartney terá morrido num acidente em 1966 e que um sósia assumiu a sua identidade.
Brilhatina e "bobo da corte"
Quando Elvis morreu estava longe do seu auge de fama, que havia atingido nos anos 50. Porém, o "rei do rock'n'roll" ou Elvis, the Pelvis, como ficou conhecido devido à sua forma de dançar, foi sem sombra de dúvida um dos maiores ícones da música do século XX. Os especialistas da época diziam que Elvis conseguia atingir notas musicais, a que raramente um cantor popular conseguia chegar.
A sua aventura musical começou em 1953, onde gravou alguns temas num estúdio em Memphis. Porém, foi em 1954, enquanto cantarolava descontraidamente That's All Right, Mama, que Elvis chamou a atenção de Sam Phillis, produtor musical que o lançaria. Este momento é considerado o "grau zero do rock". Estava lançado o rock'n'roll. Seguiram-se anos dourados para Elvis com êxitos como Hound Dog, Love me Tende, All Shook up, Surrender, Burning Love, My Boy ou Moody Blue.
Com passagens pelo exército (o que foi aproveitado comercialmente), êxitos musicais, idas ao programa de Frank Sinatra e a entrada em Hollywood, onde fez filmes como Flaming Star, dirigido por Don Siegel ou Viva Las Vegas, Elvis tornou-se uma figura mundialmente famosa.
"Até a meio da década de 60 aguentou-se na crista da onda, depois não se soube adaptar como Sinatra e Tony Bennett e passou de moda", conta Tozé Brito. Em 1967, Elvis ainda surpreendeu com o gospel How Great Thou Art, premiado com um grammy, mas a partir daí começou a decadência. Nos anos 70, continuou a participar em programas televisivos e a sua importância fez com que chegasse a encontrar-se com Nixon na Casa Branca. Porém, o mundo da música, como explica Tozé Brito, via Elvis como "um símbolo kitsh, tinha 30 quilos a mais e insistia em vestir as mesmas roupas e usar brilhantina. Foi fatal. Passou de estrela a bobo da corte."
Nos anos que antecederam a sua morte, o artista de Memphis ainda daria brilhantes espectáculos, chegando um crítico do New York Times a escrever "Presley melhora cada vez mais a sua voz, atingindo excelentes notas vocais. Ele ainda é o rei nos palcos". Porém, no dia da sua morte, Elvis estava longe da ribalta.
Apesar das críticas, Tozé Brito reconhece: "deixou uma obra importantíssima. Foi um ícone. Não é ao acaso que há selos com a cara dele nos Estados Unidos."

● ^Å^njø Caídø®. ●


Os Anjos Caídos são bastante comuns em histórias de conflitos entre o bem e o mal.
Junto com Lúcifer, vários anjos caídos se instalaram na terra, pois tinham livre acesso ao inferno e a Terra. Segundo a Bíblia, há textos que afirmam vários deles terem procriado com humanos e dado origem a uma nova raça chamade de neefilins (ou mais conhecidos como Hibrídos). Cogita-se também que eles tenham sumido após o Grande
Dilúvio, que teria sido produzido justamente com essa intenção, porém, por causa de suas passagem diretas inferno-terra, se salvaram e continuam aqui (a espera)

CineBlog apresenta: Escuridão Mortal



Tagart (Steven Seagal), hábil mestre da katana, espada milenar japonesa, comanda uma tropa de operações especiais composta por ex-militares justiceiros em uma missão sangrenta. Seu alvo: vampiros. Em um mundo apocalíptico, depois de muitos ataques de criaturas sedentas por sangue, alguns sobreviventes ficam presos em um hospital infectado. Tagart é a única esperança destes sobreviventes. Ele sabe que a única cura é o extermínio. Chegou a hora de combater a sede implacável dos vampiros. Eles não têm nada a perder exceto os últimos vestígios de humanidade.

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

A Subcultura Gótica


A subcultura gótica (chamada de Dark no início dos anos oitenta no Brasil) é uma subcultura contemporânea presente em muitos países. Teve início no Reino Unido durante o final da década de 1970 e início da década de 1980, derivado também do gênero pós-punk. A subcultura gótica abrange um estilo de vida, estando a ela associados, principalmente, gostos musicais dos anos 80 até o presente (darkwave/gothic rock, death rock, trip hop, ebm, synthpop, indie, industrial, etc.), estética (visual, "moda", vestuário, etc) com maquiagem e penteados alternativos (cabelos coloridos, desfiados, desarrumados) e uma certa bagagem filosófica. A música se volta para temas que glamourizam a decadência, o niilismo, o hedonismo e o lado sombrio. A estética sombria traduz-se em vários estilos de vestuário, desde death rock, punk, andrógino, renascentista e vitoriano, ou combinações dos anteriores, essencialmente baseados no negro, muitas vezes com adições coloridas e cheias de acessórios baseadas em filmes futuristas .

Saiba um pouco mais dos Tokio Hotel, Conferência de impressa


Quer se goste ou não, a verdade é que os Tokio Hotel foram uma das bandas sensação em 2008. A banda alemã ganhou vários prémios «revelação» e chegou mesmo a bater os Metallica e os Linkin Park na categoria de «Melhor Banda ao Vivo» nos MTV Europe Music Awards.
Em entrevista ao IOL Música, Bill e Tom Kaulitz, Georg Listing e Gustav Schäfer prometeram regressar a Portugal com um novo disco e falaram sobre o sucesso da banda, as suas preferências musicais e até sobre o tempo que o vocalista dos Tokio Hotel demora a preparar o famoso penteado «juba».

* IOL Música: Já começaram a trabalhar no novo álbum? Bill: Sim, já começámos, mas ainda estamos na fase do processo criativo. O que posso dizer por agora é que entrámos em estúdio sem qualquer limite nas nossas cabeças. Estamos completamente livres para fazermos o que quisermos e já experimentámos muitas coisas, muito sons diferentes. É como se carregássemos no botão para «reiniciar» e começássemos tudo de novo. Tudo é possível, não existem limites. Algumas canções nem parecem ser nossas. Estamos muito entusiasmados.
Quais são os planos para 2009? Vão voltar a Portugal este ano? Tom: Estamos ansiosos por lançar o novo álbum. Esperamos que chegue às lojas na Primavera. Bill: E adoraríamos voltar a Portugal assim que tenhamos uma nova digressão.
Venceram vários prémios importantes em 2008. Estavam à espera disso? Bill: É de loucos (risos)! Nunca esperámos tal coisa. É surreal pensar que ganhámos estes prémios, mas devemos tudo isso aos nosso fãs. Foram eles que o tornaram possível.
Como lidam com o sucesso da banda junto dos fãs e com o assédio das admiradoras femininas? Tom: Adoramos o assédio (risos). A verdade é que as coisas mudaram pouco para o resto da banda, eles continuam a não ter sorte nenhuma com as raparigas. Mas eu divirto-me imenso... Bill: Adoramos os nossos fãs, eles são tão empenhados, cheios de energia e extremamente devotos. Eles vivem tudo isto connosco e acompanham-nos para onde quer que vamos. São eles que fazem com que tudo isto seja possível e levam-nos pelo mundo inteiro. São espectaculares. Temos mesmo os melhores fãs do mundo.
Algum de vocês tem namorada? Elas não se importam com o assédio das fãs? Bill: Nenhum de nós tem ainda namorada.
Nunca se cansam de todo este sucesso? Não têm saudades de serem adolescentes normais e poderem andar na rua sem serem reconhecidos? Bill: O sucesso era tudo o que queríamos desde que começámos. O Tom e eu já estávamos no mundo da música desde os 8, 9 anos... Tínhamos 15 anos quando os Tokio Hotel «rebentaram» na Alemanha. Mas isso não significa que não fazemos as mesmas coisas que os outros adolescentes fazem. Apenas crescemos sob o olhar atento dos media que davam demasiada importância a tudo o que fazíamos. Por exemplo, quando éramos apanhados a beber bebidas alcoólicas numa festa... (risos) Tom: Podem ter a certeza que não nos deixámos de divertir...
Bill, quanto tempo demoras com a maquilhagem e a arranjar o cabelo antes dos concertos? Tom: Vinte horas...

Bill: Agora já não levo tanto tempo. Na verdade até me despacho depressa - preciso de uns 45 minutos para ficar pronto.
-O que fazem nos tempos livres?


Bill: Quando temos um dia de folga, gostamos de dormir o mais possível (risos). Georg: Excepto o Gustav, ele levanta-se sempre de manhã cedo. Tom: É, mas nós dormimos, comemos, vemos DVDs, encontramo-nos com amigos e voltamos a dormir.

- Quais são as vossas bandas preferidas?

Bill: Sempre gostei da Nena. Oiço vários estilos musicais diferentes, mas actualmente os meus artistas preferidos são a Pink e os Coldplay. George: Cresci a ouvir Oasis e Rolling Stones por causa dos meus pais. Agora os meus favoritos são os Yellowcard. Gustav: Gosto de Metallica, Slipknot, System of a Down, Audioslave... Tom: E eu de Samy Deluxe e Foo Fighters.