
Todos os jovens fazem parte de um grupo com o qual se identificam. Este grupo tem um papel fundamental na estruturação do adolescente enquanto indivíduo social.
Cada grupo tem um símbolo, uma referência, um contexto e uma forma de pensar própria. Uns destacam-se pelas roupas, outros pelos penteados, por atitudes radicais ou ainda por uma certa rebeldia.
A preocupação principal dos pais e educadores é quando o adolescente pertence a um grupo cujos os valores e costumes ficam à margem das normas sociais.
Abordar este problema com o adolescente, transmitir-lhe as suas inquietações, enquanto pai ou educador, pode revelar-se uma tarefa difícil. Difícil porque não se sabe à partida se o adolescente aceita livremente a sua opinião ou se a recusa, podendo neste caso originar alguns conflitos familiares.
Cada grupo tem um símbolo, uma referência, um contexto e uma forma de pensar própria. Uns destacam-se pelas roupas, outros pelos penteados, por atitudes radicais ou ainda por uma certa rebeldia.
A preocupação principal dos pais e educadores é quando o adolescente pertence a um grupo cujos os valores e costumes ficam à margem das normas sociais.
Abordar este problema com o adolescente, transmitir-lhe as suas inquietações, enquanto pai ou educador, pode revelar-se uma tarefa difícil. Difícil porque não se sabe à partida se o adolescente aceita livremente a sua opinião ou se a recusa, podendo neste caso originar alguns conflitos familiares.
Nestas situações levantam-se as dúvidas, como reagir, o que dizer ou impor como condições. Aqui ficam alguns conselhos para pais e educadores abordarem esta questão com o adolescente:
- Seja firme nas suas decisões, não ceda a pressões ou a chantagens emocionais do adolescente. Diga não, por muito que lhe custe, porque o mais importante de tudo é a segurança do adolescente.
- Dê-lhe algum tempo antes de se pronunciar ou tomar uma atitude. Por vezes, o adolescente integra-se num grupo mas passado algum tempo sente necessidade de mudar para outro.
- Advirta o adolescente que certos comportamentos que se têm em grupo (drogas, álcool, roubos) podem parecer, aparentemente, inofensivos mas a longo prazo trazem consigo problemas ainda maiores.
- Confie na intuição e na determinação do adolescente. Motive-o a deixar o grupo quando ele sentir que está a perder o controlo da situação.
- Estabeleça um código com o adolescente para quando ele necessitar de ajuda poder comunicar consigo, sem querer que os outros saibam: uma palavra ou uma expressão pode, num simples telefonema, dar-lhe conta que ele precisa de si.
- Tenha uma atitude de amor incondicional. Seja o melhor amigo do adolescente, aquele a quem ele pede os conselhos e as opiniões, aquele que o escuta e o ajuda.

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